Traduzindo o apelo presidencial

Pelas manifestações que temos encontrado nas redes sociais, nos parece que o povo não entendeu exatamente o que o nosso presidente da República está nos pedindo ao dizer: “Eu sei o que é preciso fazer para consertar o que está errado no nosso amado Brasil mas só irei fazer dentro do quadrado da nossa constituição”.

Ele está pedindo a manifestação do apoio popular para que tenha respaldo constitucional para as medidas duras que terá de tomar para recolocar nosso país de volta aos trilhos da lei e da ordem. Graças ao “belo serviço” de desconstrução prestado na área da educação pelos governos esquerdistas anteriores, grande parte do nosso povo não entendeu e tem se manifestado de maneira errada ao pedir “intervenção militar já”.

Verdadeiramente não é isso que o nosso presidente está pedindo.

Intervenção militar seria nossas Forças Armadas assumirem o governo do país atropelando a autoridade assumida pelo nosso atual presidente através do voto popular e, absolutamente, não é isso que ele nos pede pois, como já é, constitucionalmente, o comandante chefe das Forças Armadas, somente precisa do apoio popular pessoal para que se invista do seu poder de Presidente da República e acione, como Comandante Chefe das FFAA, sua ação constitucional de força moderadora na interdependência entre os três poderes da nossa república: Executivo, Legislativo e Judicial.

Esta ação seria legítima e determinada pelo Presidente eleito e não diretamente pelas Forças Armadas. Tudo certo, tudo legal, tudo transparente, tudo devidamente constitucional. Precisamos parar de fazer o jogo da esquerdalha e parar, imediatamente, de falar em intervenção militar, focando nossas manifestações em ações de apoio e confiança no nosso Presidente da República do Brasil.

Vamos começar agora mesmo. Vamos autorizar o nosso presidente a agir para salvar nossa liberdade, nosso emprego, nossa fé e todos os demais direitos constitucionais que tínhamos e nos tiraram. Vamos fazer o nosso papel nesta trama diabólica e devolver ao presidente, que elegemos livremente, os seus verdadeiros direitos para que possa, finalmente, agir em nosso nome como quer e tem sido impedido.

Só nós podemos abrir as algemas e libertar de uma vez por todas o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro.

O Brasil precisa de nós. Vamos mostrar que existimos e somos maioria. Vamos mostrar já e para quem não sabe, JÁ significa: Agora, Imediatamente, Neste instante, Neste momento, Nesse tempo.

Esperar para agir pode significar perder a oportunidade. Agir agora, apoiar já, manifestar apoio imediatamente pode significar estarmos livres amanhã mas, deixar para depois, daqui a pouco, mais tarde, amanhã, quando puder, quando tiver tempo pode significar nossa escravidão, nosso fim, nosso nunca mais.

Quero que meus filhos e netos tenham o orgulho que eu tenho de ser BRASILEIRO.

Então vamos. A hora é agora e podemos não ter outra chance.

Posicionamento

O nosso Brasil e o mundo passam por um momento histórico interessante. Instabilidade parece ser o fator comum para a maioria dos povos independentemente de sua localização no mapa global de nosso planetinha. Troca de regimes políticos, alterações de crenças religiosas, excessos de protecionismos de fronteiras, impetuosidade nas manifestações da própria natureza na forma de temporais, furacões, terremotos, tsunamis, vulcões etc,  extremismos para todos os lados, explosões de manifestações populares e oficiais através das redes sociais, intolerância generalizada.

Percebem-se os efeitos e as consequências de tantas mudanças simultâneas mas, entretanto, com as mais diferentes causas. Valores até então aparentemente consagrados despiram-se de suas fantasias demagógicas e se viram desmascarados diante deste fenômeno tecnológico batizado de Redes Sociais. De repente, o povo até então enganado e manipulado pela grande mídia se deu conta de que tinha nas mãos a possibilidade de se fazer ouvir, de gritar sua vontade, de discordar do status quo, de opinar sem intermediários, de manifestar sua posição, de contestar decisões desfavoráveis e de participar diretamente da escolha dos rumos a serem tomados pelas lideranças teoricamente eleitas para trabalharem pelo crescimento geral da população, de acordo com a vontade da maioria mas, geralmente, mais sintonizada com a “realidade” das suas próprias necessidades.

Nasceu uma nova maneira de se fazer política e os velhos profissionais da área começaram a perceber que sua sobrevivência passava a depender de sua capacidade de adaptação aos novos tempos.

Finalmente, todos os poderes passaram a ser , finalmente, fiscalizados por seus representados e os castelos de areia começaram a se desmanchar pela ação do vento, da ventania, do furacão provocado pela manifestação popular.

Não precisava mais se submeter ao sol ou à chuva para manifestar seu aplauso, sua crítica ou sua sugestão. Bastava se posicionar diante de um teclado conectado à internet e escolher o pelotão mobilizado do mesmo lado de suas ideias e de seus objetivos.

Um novo modelo de guerra, mais eficiente, mais eficaz e menos sangrento começava a surgir para a história.

Neste primeiro momento ainda se vê muita gente desorientada, sem entender exatamente o que está acontecendo. Muita gente tentando se aproveitar para criar tumulto, gerar turbulência e tentar adiar ao máximo o final da era dos privilégios aos quais já haviam se acostumado.

Estamos sendo testemunhas do nascimento de uma nova era que tem tudo para colocar as coisas nos seus devidos lugares. As novas ferramentas conseguem descobrir as mentiras com muito mais velocidade e os mentirosos de plantão precisam também se reinventar sob pena de serem dizimados pelo próprio mal que cultivam.

Tomara que estejamos vendo nascer uma era onde o valor da verdade sobrepujará o da mentira, o valor do amor ao do ódio, o valor da honestidade ao da safadeza.

Tenho pena daqueles que ainda se agarram ao modelo antigo e perseveram na tentativa de burlar a lei, cultivar o jeitinho, legislar em causa própria, mamar nas tetas gordas do apadrinhamento descompromissado.

Portanto, chegou a hora.

Pare, pense, analise e decida. Posicione-se e assuma as consequências do sucesso ou do fracasso.

Escolha o seu futuro através, simplesmente, de seu posicionamento.

Amém.

O povoamento do Planeta

Que maravilha é ter o privilégio de poder vagar por este tão vasto e diversificado planeta perdido nesta imensidão cósmica, testemunhando as mais diversas formas de vida nas mais diferentes condições de adaptabilidade e, simultaneamente, na mais perfeita harmonia e interdependência. Minerais, vegetais, animais, mono e multicelulares, nascendo, vivendo, reproduzindo, crescendo, evoluindo e avançando para algum lugar que ainda não vislumbramos. Mecanismo complexo, enorme, dinâmico, construído com peças desvinculadas fisicamente umas das outras mas absolutamente dependentes dos resultados individuais para que os resultados globais possam ser atingidos.

Dentre todas as espécies de vida que existiram, existem e existirão na superfície deste nosso, paradoxalmente, minúsculo e gigantesco elemento do universo conhecido, que resolvemos chamar de Terra, apenas uma, umazinhazinha só, é capaz de ameaçar o equilíbrio perfeito proposto pela mãe natureza. O tragicômico disso é que, exatamente essa espécie altamente perigosa e letal se autoproclama como a única a ter um certo atributo chamado de inteligência.

Aqui é preciso uma pausa para se possa esclarecer o sentido desta misteriosa palavra “inteligência” sob o entendimento da natureza criadora e sob a ótica da tal espécie sob observação aqui neste nosso bate papo.

Milhares de pessoas, pelo mundo afora, dedicaram e dedicam suas vidas na observação e análise da natureza e a cada nova descoberta, mais convergem para um consenso de que NÃO EXISTE forma de vida desnecessária. Tudo que vive, tem uma razão para estar vivo. Podemos até ainda não saber a razão mas, a qualquer momento o esclarecimento chegará, como vem acontecendo ao longo da história.

E vem, fulminante, a primeira pergunta: Poderá ser considerado inteligente o ser que contribui para a extinção de alguma espécie de vida? A quebra da Cadeia Alimentar em qualquer dos seus elos causará que efeitos? Como a natureza contornará o problema causado por esta quebra? Haverá solução? Ou não?

Não estou falando de dinossauros e seus parentes, que foram exterminados pela própria natureza por já terem cumprido seu papel no projeto desenvolvimentista global. Falo de espécies recentes que já foram extintas ou estão em fase crítica de extinção.  Falo de florestas que estão desaparecendo. Falo da pesca predatória que acontece por toda a parte. Falo do excesso de pesticidas aplicados nas lavouras. Falo dos esgotamentos das jazidas de inúmeros minerais. E falo, muito mais preocupadamente, do aumento exponencial da população desta espécie “inteligente”.

No mundo animal, a única espécie que conhece a palavra “desperdício” é a humana.

Ao animais, ditos irracionais, se utilizam apenas do que necessitam para sua sobrevivência. Sob sua utilização, o equilíbrio da natureza sempre foi perfeito. O bicho homem, “inteligente”, produz comida suficiente para alimentar com folga toda a população mundial mas desperdiça tanto que uma parcela enorme de gente morre diariamente de fome.

Brigamos por futilidades. Nos desentendemos por bobagens. Guerreamos por vaidades de alguns líderes desequilibrados. Sofremos por injustiças indevidas. Acreditamos em mentirosos. Seguimos aproveitadores.

Vamos aprender com a natureza e cuidar de nosso planetinha.

Vamos gostar mais de nós mesmos e cuidar do nosso espaço.

Vamos ensinar nossos filhos o que é a verdadeira inteligência.

Vamos fazer a nossa parte para poder dar o exemplo a quem não faz a parte dele.

Eu sei que muita gente já faz isso mas, se você ainda não começou, que tal começar agora?

Topa?

Então seja muito bem-vindo!

Respeito

Palavrinha mágica e difícil de usar. Difícil por ter mão dupla. Precisamos praticar e dominar a primeira via antes de conseguirmos usufruir da segunda.

Como é comum encontrar pessoas que exigem respeito mas não sabem respeitar ninguém. Neste momento especial que vivemos aqui no Brasil, chega a ser, lamentavelmente corriqueiro, usual, comum o surgimento de situações próprias para exemplificar esta afirmativa. A generalização é cabível  pelo fato da prática ter se instalado em todos os meios de convivência e em todos os níveis do poder.

Governantes, Legisladores e Magistrados vivem clamando por respeito e, simultaneamente, abusando de suas atribuições constitucionais no mais completo desrespeito ao povo que deveriam estar representando.

Três poderes. Três vergonhas nacionais. Três grupos de desrespeitadores contumazes. Três bandos de aproveitadores. Três fontes de indignação internacional.

Cito três por estar deixando de fora os demais poderes paralelos como: imprensa, religiões, agências reguladoras, polícias, fiscais, escolas de todos os níveis etc e tal.

Eu conheço e, certamente, cada um de vocês que me leem aqui e agora, conhecem pessoas assim. Aqueles sempre cheios de razão, especialistas em tudo, donos da verdade e chatos de galocha.

Descendo aos porões do poder constituído, principalmente onde se encontram aqueles que estão saindo de cena por terem sido rejeitados pelas urnas, é impressionante o orquestramento descarado no sentido de aumentar ao máximo dos máximos possíveis as quantidades e os tamanhos das dificuldades a serem enfrentadas pelo próximo presidente da república. Revanchismo baixo e barato cheio de ódio e vingança antecipada pelo que sabem que terão de enfrentar ao serem chamados a dar explicações por seus enriquecimentos desproporcionais. Sabem que as facilidades que criaram para si próprios estão prestes a serem desmascaradas e a prestação de contas está chegando.

A partir do próximo ano, com o suporte da falsa imprensa viciada e tendenciosa, os resultados dos absurdos que criaram serão jogados todos nas costas de quem está herdando toda a podridão plantada pelos ex-poderosos expurgados. Aqueles que com olhos num futuro que imaginaram ter consolidado com uma tranquilizadora certeza de impunidades estão percebendo que aquele sonho de futuro está prestes a mudar. Numa tentativa desesperada de ganhar tempo e jogar areia no ventilador, as culpas do rombo financeiro, das políticas protecionistas, dos salários inchados, dos benefícios sem merecimento, da improdutividade premiada, da incompetência vitalícia e mais um sem número de etceteras serão TODAS creditadas aos berros ao novo governo.

Nosso Brasil migrou da posição de país da esperança para o país da corrupção, da desonestidade, da impunidade e da falta de limite para os níveis desavergonhados de roubo aos cofres públicos. Roubos devidamente legalizados pelas leis criadas pelo Legislativo, aprovadas pelo executivo e convenientemente aceitas pelo judiciário.

Mas e daí? Quer dizer que não tem saída? Não tem jeito? Não há esperança?

Sempre tem jeito desde que haja vontade, perseverança e determinação e já que o apoio dos poderes corrompidos pode se tornar difícil, caberá a nós, povo, incógnitos, anônimos, pequenos mas cheios de esperança e de confiança, ficarmos alerta e oferecermos nossa voz, nossa participação, nossa fiscalização, nossa união e nosso respeito a esses novos nomes que estão se propondo a virar esta página sombria de nossa história.

Estamos acreditando e esperando poder começar a receber de verdade tudo aquilo que merecemos como cidadãos e nos foi negado por tanto tempo. Basta que nos retribuam com este mesmo respeito para que estejamos prontos e engajados a oferecer nosso apoio forte e tonitruante a ecoar por todos os rincões desta nossa terra adorada.

Temos consciência desta nossa força e, principalmente os dois personagens mais visados pelos quadrilheiros derrotados nas urnas, presidente da república e ministro da justiça, precisam saber que podem contar conosco.

Não nos decepcionem, não nos envergonhem, mudem a história e apenas cumpram suas promessas e estaremos aqui no front, prontos, altivos, motivados e esperançosos. Nossa única arma será a palavra e o significado bilateral desta palavrinha mágica, tema destas minhas palavras será capaz de demonstrar sua força e seu poder.

Aqui na verdadeira base política destes novos tempos, respeito é a palavra de ordem, a senha para a chegada da virada e a consolidação do apoio para a realização de cada um dos milagres que farão nosso gigante pela própria natureza voltar a andar com suas próprias pernas, ouvir com seus próprios ouvidos, enxergar com seus próprios olhos e voltar a respirar ares menos poluídos.

Finalmente, assim, respeitando, voltaremos a receber de volta nosso respeito e voltaremos a ser vistos como seres humanos confiáveis.

Enfim poderemos voltar ao tempo em que se podia ter orgulho de ser brasileiro.

Com todo o respeito.

O sonho da velha guarda

Aleluia ! Falta pouco para acabar este recorrente suplício chamado: Período eleitoral. Mais alguns dias e acabará mais um lamaçal bienal que nosso calendário nos obriga a viver. Desfile de mentirosos preguiçosos  que nos inundam os ouvidos com falsas promessas e sorrisos amarelos.  Enxurrada de caras-de-pau que investem centenas de vezes a soma de seus pretendidos salários em busca de um cargo que lhes permita obter favores capazes de inchar suas contas bancárias a níveis inimagináveis. Funesto período que, a cada 24 meses, demonstra cabalmente como somos tangidos mansamente para os currais preparados, a peso de ouro, por marqueteiros profissionais e empresas de pesquisa de araque. Incrível como nos acostumamos e aceitamos ser enganados com a mesma receita e não aprendemos a lição.

Nós, os mais antigos, vivemos  sonhando com a data da virada onde o povo sairá da inércia e usará a força de seu voto para desmontar esta máquina mortífera montada com o nosso dinheiro para trabalhar contra nossos verdadeiros interesses e direitos.  Parece inevitável que  a recuperação se faça de maneira gradual pelo  tamanho do buraco  a ser reparado.  Talvez sejam necessárias várias gerações, num processo de filtragem e purificação permanentes  e crescentes  para que nossa população possa, enfim, fazer jus à grandeza que esse país pode e tem condição de oferecer a quem  viva em seu abençoado território.

Os últimos representantes que escolhemos foram  tão desastrosos, tão gananciosos, tão desonestos, tão corruptos que nos fizeram  insensíveis a deslizes morais e éticos. Vemos os roubos, sentimos os seus reflexos nos nossos bolsos e fazemos de conta que nem percebemos. Aprendemos a conviver com toda essa negatividade e submetemos nosso caráter a essa nefasta convivência.  Formamos gerações e gerações viciadas no jeitinho brasileiro, na busca da vantagem pessoal, no uso de qualquer meio para justificar nossos fins.  Honestidade passou a ser caretice. Justiça passou a ser privilégio de quem pode mais. Passamos a ser mercadoria de baixo preço, mera massa de manobra. Passamos a treinar nossas próximas gerações com lições de sobrevivência que ignoram o valor da honra, da retidão e da decência. Iniciamos a criação de gerações de zumbis, sem vontade própria, sem autoestima, sem autoconfiança, sem  palavra, sem vergonha na cara. Contribuímos para remover a palavra amizade do dicionário. Qual deverá ser nossa penitência?

Estamos prestes a concluir mais uma eleição presidencial que começou com um número recorde de candidatos das mais diversas origens com diferentes propostas e posicionamentos publicados por todas as mídias de maneira a permitir que o povo tivesse opções de votar naquele que mais acreditava.  Imediatamente começou uma tremenda campanha claramente orquestrada mas dificilmente assimilada, mudando o cenário e enveredando por um viés insensato de, ao invés de votar em um nome, votar contra outro nome.  “ Cuidado ! Não vote no # que este voto facilitará a eleição do @.”  Com esta “verdade” repetida tanto, muitos deixaram de votar naquele que achava ser o melhor para votar em outro, com o honesto propósito de impedir o crescimento de um dos dois nomes escolhidos pela “marqueteria” mercenária.

O mais triste desta história é perceber que, a despeito de todas as denúncias de pessoas especializadas daqui e de outros cantos do mundo sobre a confiabilidade desta malfadada Urna Eletrônica e mesmo com a divulgação de flagrantes de irregularidades  por todas as regiões do país, a mesma continua soberana. Um bando de “autoridades” veio a público manifestar sua “confiança” nesta maquininha mas, TODOS da área interessada, da área política. Os verdadeiros profissionais de TI continuam unânimes em bradar a plenos pulmões sobre manipulabilidade desta excrescência tecnológica e todo o futuro de uma nação, de um povo, de uma esperança de futuro melhor fica nas mãos de algum programador obscuro e cooptado pela Grande Quadrilha.  Nossa última esperança é que, até o último segundo, este personagem vilão tenha alguma iluminação divina, algum flash de consciência, algum vislumbre milagroso e, num ato de heroísmo e rebeldia, permita que a verdade seja, enfim, representada em toda a sua grandeza e que o candidato da maioria seja contemplado com a quantidade de votos que lhe garanta a vitória.

Precisamos acreditar neste milagre ou, como sói acontecer, continuamos a esperar o milagre pelos próximos biênios de anos pares até que alguma outra geração seja mais competente, mais corajosa ou mais sortuda para romper esta corrente do mal.

Ahhh!!! Bem que podia ser agora, hein?