Cezar Magalhães: O tempo é um bem cada vez mais precioso e este espaço pretende respeitar o seu, fornecendo doses textuais homeopáticas, mas contundentes, sobre os temas assinalados, permeando testemunhos e situações sugestivas.

A importância do Planejamento

Arranha-Céu
Já imaginaram construir um arranha-céu com os detalhes todos guardados na memória?  O tamanho exato de cada degrau de cada escada, a altura exata de cada pé direito, de cada porta, janela, largura dos corredores, elevadores, tubulações de água, energia elétrica, gás, telefone, internet, TV, ar condicionado, detalhes de acabamento de cada ambiente, etc, etc, etc, etc, etc.

Para isto existe o projeto onde se detalha cada item e se evita esquecimentos graves capazes de comprometer a própria realização da obra.  Esta é a verdadeira dimensão da necessidade de planejamento para qualquer outro tipo de obra de qualquer área e não é por acaso que vive-se ouvindo expressões do tipo: Projeto Cultural, Projeto Social, Projeto Educacional, Projeto Político, Projeto de Vida…

Planejar não significa apenas buscar o registro dos detalhes para evitar esquecimentos.  Ë bem mais do que isso.  Planejar é ordenar as ações.  É estabelecer o passo-a-passo de maneira a se ter uma seqüência lógica na realização de qualquer trabalho. Apesar de, até aqui, termos apenas arranhado o conceito pleno de Planejamento, já se pode perceber a inexorável necessidade de fazê-lo por escrito e o mais completo possível.

Não é difícil entender que cada minuto consumido na elaboração minuciosa de qualquer projeto é capaz de economizar horas, dias, semanas, anos na fase de sua implementação.  Um bom planejamento consegue minimizar todos os tipos de perdas de tempo, de espaço, de dinheiro.  O tempo que se “perde” planejando é reconquistado com juros e correção monetária no momento de se dar a partida para a construção da idéia.

A importância do Planejamento é tal que, se não for feito, melhor será nem começar a realizar qualquer sonho.  Melhor mantê-lo como sonho do que teimar e transformá-lo num pesadelo. Afinal de contas, na verdade, planejar acaba ficando mais barato do que improvisar compulsivamente.

Imagem: Priscila Piza

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